

Artista: Saosin
Álbum: Saosin
Ano: 2006
Gênero: Post-Hardcore/Alternativo
Eta mundo louco esse, hein? Quando você acha que já ouviu tudo o que tinha para ouvir, chega uma banda californiana (para variar) e grava um álbum que quase te mata do coração. É isto que provavelmente alguém irá sentir quando ouvir o álbum auto-intitulado da banda Saosin. É possível notar que a banda consegue produzir estes “álbuns infartantes” desde o começo de sua carreira, tanto que um de seus maiores sucessos (Seven Years) está contido no primeiro trabalho lançado oficialmente, “Translating the Name”. Em depoimento, Howard Benson (produtor da banda) disse ser raro encontrar bandas de tamanha grandeza e originalidade.
Já disse mil vezes que a escolha da faixa de abertura é crucial para o bom andamento do álbum. Essa foi uma das razões pela qual me apaixonei por este álbum. O início de “It’s far better to learn” se da de forma gradativa, criando uma expectativa monstruosa e incessante no ouvinte (ainda mais quando iniciam-se as viradas fenomenais do baterista Alex Rodriguez). Na mesma música, percebe-se no timbre agudo de voz do vocalista Cove Reber uma das peças que contribuíram fundamentalmente para o sucesso do álbum (o caso contrário provocaria justamente o oposto). Ainda sobre a faixa vocálica, Reber exerce sobre sua voz um controle magnífico, comprovado nas faixas “It’s so Simple” e “Bury Your Head”. O arranjo parcialmente detalhista dos instrumentos na música “Sleepers” da a essa um peso impressionante. Alias, peso é o que não falta neste trabalho. “Come Close” é a comprovação desta afirmativa. Ela começa numa explosão súbita e, em seu refrão, os backin-vocals acrescentam um toque de revolta fazendo desta música o auge do álbum. “Voices” é provavelmente a composição mais conhecida deste álbum em razão do clipe. Um dos pontos fortes dessa é o padrão de bateria que, consegue sair dos modelos modistas criando algo realmente novo. A música mais calma do álbum é “You’re not Alone” que, paradoxalmente, mantém o peso visto em quase todo o álbum.
Citando novamente Howard Benson, “é raro encontrar bandas de tamanha grandeza e originalidade”. Saosin é, talvez, uma das bandas que conseguiram marcar a história da música deste novo milênio. É obvio: o álbum tinha tudo para ser bom; deu no que era para dar.
Já disse mil vezes que a escolha da faixa de abertura é crucial para o bom andamento do álbum. Essa foi uma das razões pela qual me apaixonei por este álbum. O início de “It’s far better to learn” se da de forma gradativa, criando uma expectativa monstruosa e incessante no ouvinte (ainda mais quando iniciam-se as viradas fenomenais do baterista Alex Rodriguez). Na mesma música, percebe-se no timbre agudo de voz do vocalista Cove Reber uma das peças que contribuíram fundamentalmente para o sucesso do álbum (o caso contrário provocaria justamente o oposto). Ainda sobre a faixa vocálica, Reber exerce sobre sua voz um controle magnífico, comprovado nas faixas “It’s so Simple” e “Bury Your Head”. O arranjo parcialmente detalhista dos instrumentos na música “Sleepers” da a essa um peso impressionante. Alias, peso é o que não falta neste trabalho. “Come Close” é a comprovação desta afirmativa. Ela começa numa explosão súbita e, em seu refrão, os backin-vocals acrescentam um toque de revolta fazendo desta música o auge do álbum. “Voices” é provavelmente a composição mais conhecida deste álbum em razão do clipe. Um dos pontos fortes dessa é o padrão de bateria que, consegue sair dos modelos modistas criando algo realmente novo. A música mais calma do álbum é “You’re not Alone” que, paradoxalmente, mantém o peso visto em quase todo o álbum.
Citando novamente Howard Benson, “é raro encontrar bandas de tamanha grandeza e originalidade”. Saosin é, talvez, uma das bandas que conseguiram marcar a história da música deste novo milênio. É obvio: o álbum tinha tudo para ser bom; deu no que era para dar.