

Artista: Sigur Rós
Álbum: Með Ssuð í Eyrum Við Spilum Endalaust
Ano: 2008
Gênero: Post-Rock
A Islândia é um país curioso. É pouco conhecido turisticamente, tem muita neve, muitos ursos polares e o melhor de tudo: possui bandas e cantores (ras) magníficos. A começar por nada menos que Björk e sua originalidade impecável. Seguindo com Amiina, um quarteto que surpreende com a quantidade de instrumentos que tocam em palco. E terminando, a estrela do texto, Sigur Rós. Tendo um de seus álbuns (Ágætis Byrjun) no livro “1001 discos para se ouvir antes de morrer”, a banda mostrou desde seu primeiro álbum “Von” que na Islândia tem muitíssimo mais do que neve. Neste CD, não foi surpresa a qualidade ter sido mantida.
O álbum abre com “Gobbledigook” que aparenta lembrar um coro de pequenos duendes cantando lalalala e vai se mantendo pulsante com uma percussão digna. “Inní mér syngur vitleysingur” é surpreendente. Parece ser uma fusão de uma música natalina, elementos islandeses e um belo arranjo por parte das cordas (que por sinal, é feita pelo grupo Amiina). A viagem prossegue. Seguem-se uma sequência de músicas esplêndidas. “Góðan daginn” que é o passaporte para outro mundo (se não, dimensão), “Við spilum endalaust” que segue uma temática parecida com “Inní mér syngur vitleysingur”, e “Festival” que parece ser uma perfeita fusão das duas anteriormente citadas. “Með suð í eyrum” consegue juntar um piano de melodia suave com percussões fortes criando novos padrões. O ápice desse álbum se encontra na faixa “Fljótavík” que traz um belo arranjo de cordas, uma melodia de piano maravilhosa e o timbre de voz de Jón Þór Birgisson que se encaixa perfeitamente nessa esplêndida composição. Sei que elogios não ganham uma crítica, mas é difícil expressar-se diante de tamanha perfeição.
Após ouvir o álbum completo, creio que qualquer indivíduo intra ou extraterrestre mude seu conceito sobre a Islândia. Um êxtase sentimental em forma de álbum. Um excelente, se não o melhor, álbum de 2008.
O álbum abre com “Gobbledigook” que aparenta lembrar um coro de pequenos duendes cantando lalalala e vai se mantendo pulsante com uma percussão digna. “Inní mér syngur vitleysingur” é surpreendente. Parece ser uma fusão de uma música natalina, elementos islandeses e um belo arranjo por parte das cordas (que por sinal, é feita pelo grupo Amiina). A viagem prossegue. Seguem-se uma sequência de músicas esplêndidas. “Góðan daginn” que é o passaporte para outro mundo (se não, dimensão), “Við spilum endalaust” que segue uma temática parecida com “Inní mér syngur vitleysingur”, e “Festival” que parece ser uma perfeita fusão das duas anteriormente citadas. “Með suð í eyrum” consegue juntar um piano de melodia suave com percussões fortes criando novos padrões. O ápice desse álbum se encontra na faixa “Fljótavík” que traz um belo arranjo de cordas, uma melodia de piano maravilhosa e o timbre de voz de Jón Þór Birgisson que se encaixa perfeitamente nessa esplêndida composição. Sei que elogios não ganham uma crítica, mas é difícil expressar-se diante de tamanha perfeição.
Após ouvir o álbum completo, creio que qualquer indivíduo intra ou extraterrestre mude seu conceito sobre a Islândia. Um êxtase sentimental em forma de álbum. Um excelente, se não o melhor, álbum de 2008.
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